PAN e Marcelo com preocupação comum de lançar a "recuperação socioeconómica" no OE2022

Partido foi recebido pelo Presidente da República para uma conversa sobre o próximo orçamento e, na conversa em Belém, a visita de Marcelo ao Brasil e a preocupação com a floresta da Amazónia não foram esquecidas.

O PAN afirmou esta segunda-feira ter em comum com o Presidente da República preocupações com a elaboração de um Orçamento do Estado para 2022 de "recuperação socioeconómica" e com a preservação da floresta da Amazónia.

Estas posições foram transmitidas aos jornalistas pela deputada e porta-voz do PAN (Pessoas-Animais-Natureza), Inês Sousa Real, no Palácio de Belém, em Lisboa, à saída de uma audiência com o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa.

"A respeito do Orçamento do Estado, é com agrado que verificamos que existe uma preocupação comum de termos um Orçamento que possa lançar as bases para uma recuperação socioeconómica para o país com uma visão de médio e longo prazo", declarou Inês Sousa Real.

Por outro lado, a porta-voz do PAN relatou ter aproveitado esta audiência para manifestar ao chefe de Estado "preocupação com a floresta amazónica e a sua preservação", assinalando que Marcelo Rebelo de Sousa "vai em breve viajar para o Brasil", para a reinauguração do Museu da Língua Portuguesa, em São Paulo, e "vai estar com o Presidente Bolsonaro", em Brasília.

"E foi mais uma vez com agrado que houve, de facto, aqui uma partilha de preocupação com aquele que é o pulmão global", acrescentou.

Inês Sousa Real argumentou que se deve "pensar o meio ambiente e a proteção ambiental como um todo", e não "unicamente ao nível nacional", e defendeu que é preciso "uma reversão de paradigma" que ponha fim à desflorestação e à utilização dos solos para a "pecuária intensiva".

O Presidente da República iniciou hoje uma ronda de audiências aos nove partidos com assento parlamentar, que irá ouvir até quarta-feira.

Relativamente à Covid-19, a porta-voz do PAN disse querer ouvir primeiro os especialistas, antes de se pronunciar sobre as medidas a adotar, mas considerou que "tem de haver aqui um gradualismo" e "uma mensagem coerente", além de um "reforço dos meios de saúde pública" e "a progressividade das moratórias e apoios sociais, que não podem desaparecer de um dia para o outro".

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