Parlamento associa-se à "Jornada de Memória e Esperança" e homenageia vítimas da Covid

A "Jornada de Memória e Esperança" é uma iniciativa cidadã que decorre até domingo com o objetivo de homenagear as vítimas da pandemia de Covid-19.

A Assembleia da República homenageou esta sexta-feira todas as vítimas da Covid-19 e solidarizou-se com todos aqueles que foram afetados por esta pandemia e a combateram, em especial os profissionais de saúde, associando-se à "Jornada de Memória e Esperança".

Por proposta do presidente da Assembleia da República, Eduardo Ferro Rodrigues, o parlamento aprovou hoje, por unanimidade, um voto de solidariedade pela "Jornada de Memória e Esperança", uma iniciativa cidadã que decorre a partir de hoje e até domingo com o objetivo de homenagear as vítimas da pandemia de Covid-19, tendo alguns promotores da iniciativa estado presentes nas galerias do parlamento.

"A Assembleia da República, reunida em Sessão Plenária, presta homenagem a todas as vítimas da Covid-19 e transmite a sua solidariedade a todos quantos foram afetados pelas suas consequências, reconhecendo, em simultâneo, e no quadro da 'Jornada de Memória e Esperança', o esforço, a dedicação e o profissionalismo de todos os envolvidos no combate à pandemia, muito em especial os profissionais de saúde, sem os quais não teria possível minorar o sofrimento e a dor de tantos, nem contrariar os seus efeitos mais nefastos", pode ler-se no texto aprovado.

Portugal, de acordo com o voto aprovado, é "orgulhosamente o país do mundo com os mais elevados níveis de vacinação" contra esta doença, o que só foi possível graças ao empenho dos portugueses e das instituições nacionais "nos mais diversos planos de atuação e intervenção, que deram o seu melhor e o melhor de si".

Este "esforço coletivo", refere o texto, deu o mote ao manifesto que está na base desta "Jornada de Memória e Esperança" com o objetivo de "homenagear as vítimas da pandemia -- diretamente afetadas pela doença, mas, também, pelo medo e a solidão que causou -- e de promover uma reflexão conjunta sobre a forma como foi enfrentada e combatida".

Segundo o texto, "a pandemia não foi ainda ultrapassada" e há "ainda muito a fazer, nomeadamente quanto à democratização da vacina pelo mundo, conforme tem alertado o Secretário-Geral das Nações Unidas, António Guterres, o que permitirá salvar vidas, minorar o sofrimento e evitar o surgimento de novas variantes do vírus".

Após a leitura do voto por Ferro Rodrigues foi aberto um momento para a intervenção de todos os grupos parlamentares e deputadas não inscritas que se associaram a esta jornada e à homenagem às vítimas desta pandemia, bem como ao agradecimento a todos os profissionais que, nas mais variadas áreas, combateram a Covid-19 e os seus efeitos, permitindo que o país continuasse a funcionar neste difícil período.

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