Parlamento vai decidir sobre Grupo de Amizade Portugal-Rússia

Na conferência de líderes ficou decidido que a criação do Grupo Parlamentar de Amizade Portugal-Rússia vai ficar "dependente de deliberação do Plenário."

Na última legislatura, depois da invasão russa da Ucrânia, deputados de vários partidos demitiram-se do Grupo de Amizade Portugal-Rússia (GPA) e aprovaram o congelamento das relações bilaterais, impossibilitando o seu funcionamento.

Na altura, o PCP votou contra defendendo a "manutenção de canais de diálogo."

Agora, a conferência de líderes decidiu, como manda o regimento, remeter para o plenário a deliberação sobre a criação do GPA Portugal-Rússia, na presente legislatura.

Com o final da legislatura, todos os grupos de amizade cessaram funções. Quando Augusto Santos Silva assumiu a presidência do Parlamento, solicitou à Comissão de Negócios Estrangeiros e Comunidades Portuguesas, uma reflexão sobre o elenco dos grupos de Amizade.

Na proposta enviada para o gabinete de Santos Silva e adotada pelos deputados, sugere que os GPA tenham uma composição de 15 membros (6 PS, 5 PSD e 1 CH, IL, PCP e BE), para que cada deputado possa integrar, no máximo, quatro GPA bilaterais.

Entre os deputados que integravam o anterior Grupo de Amizade Portugal-Rússia e que se demitiram estavam João Paulo Correia (PS),Carlos Eduardo Reis (PSD), Jamila Madeira (PS), Tiago Barbosa Ribeiro (PS) e André Ventura (CH).

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