PCP acusa Marcelo de ter sido "fator de instabilidade" durante a negociação do Orçamento

Comunistas consideram também que existem outras soluções, além da dissolução do Parlamento, após o chumbo do Orçamento do Estado para 2022.

Vasco Cardoso, membro da comissão política e do comité central do PCP, um dos negociadores dos comunistas com o Governo, em entrevista à TSF e ao Diário de Notícias, acusa Marcelo Rebelo de Sousa de ter sido responsável pela "instabilidade" durante as negociações. O PCP entende que o Presidente da República não devia ter anunciado tão cedo, ainda com as conversas entre PCP e Governo a decorrer, que se o Orçamento do Estado para 2022 não fosse aprovado, convocaria eleições.

O PCP entende que há outras soluções para lá da dissolução. Que o Governo deveria ter a oportunidade de apresentar um novo Orçamento do Estado e, até lá, governar em duodécimos.

Mas, e uma vez que Marcelo Rebelo de Sousa decidiu já que vai convocar eleições, o que o PCP dirá ao Presidente este sábado, quando for recebido em Belém, é que convoque as eleições "o mais depressa possível".

"Se o Presidente da República insistir em ser um fator de instabilidade, provocando eleições antecipadas e criando esse cenário, então que o faça com a maior brevidade possível, e cá estaremos para disputar também essas eleições", declara Vasco Cardoso.

LEIA AQUI NA ÍNTEGRA A ENTREVISTA DE VASCO CARDOSO À TSF E AO DN, NO PROGRAMA "EM ALTA VOZ"

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