PCP avisa: "clarificação" do Orçamento "pesará" na posição

Jerónimo de Sousa garante que o PCP "não está encostado" ao PS. Sobre o OE 2022, o partido "não diz sim, nem não" e manifesta disponibilidade para dialogar mas "sem amarramentos".

No rescaldo das eleições autárquicas, Jerónimo de Sousa divulga as conclusões da reunião do Comité Central. O secretário-geral do PCP lembra que "é preciso olhar para o futuro, dar as respostas que se podem e devem dar".

O secretário-geral do PCP garante que o partido "não está encostado" ao PS. Num tom crítico, Jerónimo de Sousa lembra que há vários pontos do orçamento de 2021 que não foram ainda cumpridos e que, ontem, o próprio ministro Pedro Nuno Santos "veio dar razão ao PCP" na crítica à falta de investimento na CP. Sobre Orçamento de Estado (OE) 2022, o PCP "não diz sim, nem não" e manifesta disponibilidade para dialogar mas "sem amarramentos".

Relativamente às autárquicas, Jerónimo de Sousa afirma que "podem existir momentos de convergência mas não estão criadas condições para uma posição frentista". "Somos muito pragmáticos, o Governo é minoritário e tem de haver respostas."

Sobre a exoneração do Chefe do Estado-Maior da Armada (CEMA), Jerónimo de Sousa considera que Gouveia e Melo tem condições para desempenhar as funções, mas "não se compreende" as razões que levaram à exoneração do anterior titular.

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