Plano de vacinação vai ser intensificado. Penha Gonçalves apresenta cenários esta terça-feira

O primeiro-ministro, António Costa, diz que "não há motivos para alarme" mas que o atual momento da pandemia em Portugal deve ser encarado com "preocupação".

O primeiro-ministro, António Costa, garante que "não há motivos para alarme" face ao agravamento da pandemia, mas admite que a atual situação deve ser encarada com "preocupação"

Por isso, o chefe do executivo promete "novas medidas" no próximo Conselho de Ministros. Em declarações registadas pela TVI24, António Costa garante que a campanha de vacinação vai ser intensificada.

"A grande arma que temos é a vacinação. Estamos a procurar intensificar esta medida e que não reunião semanal que fazemos de coordenação da operação de vacinação, o coronel Penha Gonçalves irá apresentar os cenários para intensificar o ritmo de vacinação. Neste momento, 66% das pessoas vacináveis com mais de 80 anos vacinadas e já temos mais de 30% das pessoas com mais de 65 anos também vacinadas. Temos condições para cumprir as metas definidas que é 19 de dezembro", disse.

O primeiro-ministro assume que, apesar das subida do número de novos casos, a incêndia da doença é menor e os casos têm menor gravidade. Apesar disso, Costa defende que é preciso "prevenir já", fazendo um alerta para os meses mais frios e para o "momento de encontro" que é a época festiva do Natal.

Portugal registou esta segunda-feira mais 1475 novos contágios e 9 mortes, o número mais elevado de óbitos desde 9 de agosto. Os internamentos também voltaram a aumentar.

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