Portugueses decidem se querem manter ou mudar chefia do Estado num "instante chave"

Marcelo Rebelo de Sousa encerrou a campanha em Celorico de Basto.

O Presidente da República e recandidato ao cargo afirmou esta sexta-feira que os portugueses decidirão no domingo se querem renovar a confiança ou mudar a chefia do Estado "num instante chave da luta contra a pandemia" de Covid-19.

"O vosso voto decidirá se os portugueses querem renovar a sua confiança no atual Presidente da República num instante chave de luta contra a pandemia, ou se preferem a sua substituição numa componente essencial da liderança dessa mesma luta. Uma luta que, qualquer que seja a decisão de dia 24, tem de se continuar", declarou Marcelo Rebelo de Sousa, dirigindo-se aos portugueses, numa intervenção em Celorico de Basto, no distrito de Braga.

No discurso de encerramento da sua campanha para as eleições presidenciais de domingo, no auditório da biblioteca municipal de Celorico de Basto, que tem o seu nome, o chefe de Estado e candidato presidencial reiterou que se assume como "máximo responsável eleito pelo povo, para o bem e para o mal", na gestão política do combate à Covid-19 em Portugal.

Marcelo Rebelo de Sousa assinalou que decretou o estado de emergência entre março e maio e novamente a partir de novembro e que foi "o porta-voz das sessões com especialistas".

"Em todos os momentos senti a vossa solidariedade acalentadora, a vossa persistência sofrida, a vossa coragem anónima, mesmo quando senti o vosso temor, o vosso desalento, a vossa desilusão, a vossa frustração. Tudo isso submeto ao vossos juízo depois de amanhã, nas urnas, como deve ser em democracia", acrescentou.

Em relação ao futuro, o candidato presidencial apoiado por PSD e CDS-PP deixou "uma palavra de esperança, de garantia da firme determinação de, com os portugueses, todos eles, não perder um minuto que seja na luta que continuará depois de domingo contra a pandemia".

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