"Portugueses não querem campanha agressiva, carregada de insinuações e insultos"

Tiago Mayan garante que tudo fará para que "o populismo e o extremismo sucumbam à moderação e à boa-educação".

Tiago Mayan Gonçalves assume que não se revê no "tom e estilo de campanha de baixo nível" para as eleições presidenciais. Sem nunca apontar nomes, o candidato liberal lembra que a troca de acusações não contribui para o esclarecimento dos portugueses.

No Twitter, Tiago Mayan escreve que "a história já demonstrou que o extremar de posições e o discurso político baseado em ataques pessoais sem conteúdo nunca traz bons resultados".

"Como candidatos, devemos apresentar as nossas propostas para Portugal de forma cordata e serena. O discurso ofensivo é prejudicial para essa desejável troca de ideias e para que os portugueses entendam verdadeiramente o que nos diferencia."

O candidato apoiado pela Iniciativa Liberal admite que o pluralismo é essencial para a democracia.

"Como liberal, embora não me revendo em muitas posições dos meus adversários, entendo que o pluralismo de opiniões é absolutamente essencial numa democracia", acrescenta.

Por último, Tiago Mayan garante que tudo fará para que "o populismo e o extremismo sucumbam à moderação e à boa-educação". Compromete-se, ainda, a apresentar soluções positivas para a vida dos portugueses.

A campanha para as eleições presidenciais tem sido marcada, além da pandemia, por protestos contra o candidato André Ventura. O líder do Chega tem apostado num discurso num tom agressivo.

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