Presidente da República envia mensagem a homólogo búlgaro a lamentar trágico acidente de autocarro

O chefe de Estado português lamentou "as trágicas consequências do acidente de autocarro, ocorrido perto de Bosnek, que resultou na perda de numerosas vidas humanas, incluindo mais de uma dezena de crianças".

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, lamentou esta quarta-feira as trágicas consequências de um acidente de autocarro, perto de Bosnek, na Bulgária, que matou 46 pessoas, numa mensagem enviada ao seu homólogo búlgaro, Rumen Radev, recém-reeleito.

"O Presidente da República enviou hoje uma mensagem de condolências ao Presidente da República da Bulgária lamentando as trágicas consequências do acidente de autocarro, ocorrido perto de Bosnek, que resultou na perda de numerosas vidas humanas, incluindo mais de uma dezena de crianças", pode ler-se no 'site' da Presidência a Internet.

O acidente com um autocarro que matou 46 pessoas madrugada, na Bulgária, foi o mais mortal na Europa nos últimos dez anos.

As vítimas, entre as quais 12 menores, morreram carbonizadas depois de o autocarro se ter incendiado numa autoestrada perto da cidade de Bosnek, 40 km a sul de Sófia (capital da Bulgária), segundo as autoridades búlgaras, que inicialmente deram conta de pelo menos 45 mortos.

O autocarro, com matrícula da Macedónia do Norte, regressava de uma viagem turística a Istambul, Turquia.

"Morreram 45 ou 46 pessoas" no acidente, que ocorreu na autoestrada perto da aldeia de Bosnek, 40 quilómetros a sul de Sófia, disse o comissário Nikolay Nikolov, chefe do serviço de controlo de catástrofes, na televisão estatal BNT, inicialmente.

"Sete passageiros foram resgatados" e transportados para um hospital na capital, acrescentou.

A causa do acidente não foi ainda determinada.

De acordo com o canal bTV, 12 crianças seguiam no autocarro, que vinha de Istambul em direção a Skopje.

"Isto é uma tragédia. Não sabemos se todas as vítimas são da Macedónia do Norte, mas assumimos que sim porque o autocarro está registado no país", disse o primeiro-ministro da Macedónia do Norte, Zoran Zaev, numa entrevista à Nova TV.

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