"Pressão sobre eleitorado não funciona"

Rui Tavares considera que as mais recentes sondagens são um "aviso à navegação a toda a esquerda" e que mostram que "a pressão sobre o eleitorado não funciona".

O cabeça de lista por Lisboa e fundador do Livre considera que a estratégia de António Costa não está a resultar e que "querer forçar as pessoas a uma maioria absoluta é uma mensagem que não está a passar".

Comentando as mais recentes sondagens que aproximam o PSD do PS, Rui Tavares considera que são um "aviso à navegação a toda a esquerda" e que mostram que "a pressão sobre o eleitorado não funciona".

"Se a esquerda fizer um discurso diferente e mostrar que está ocupada em construir pontes ela pode crescer", afirma Rui Tavares, acrescentando que "se dermos clareza e convergência a esquerda tem caminho para uma maioria que as sondagens demonstram".

O candidato reafirmou a disponibilidade do Livre para uma "ecogeringonça", com as sondagens a favor. "Além do deputado em Lisboa agora [as sondagens] mostram-nos que está em jogo a eleição de um deputado no círculo do Porto, Jorge Pinto, que nós disputamos com a direita, portanto seria um deputado roubado, por assim dizer, ao PSD", referiu.

No começo de mais um dia de campanha, Rui Tavares esteve esta manhã em Braga para conhecer um projeto que transforma lixo marinho em calçado e defender uma economia de valor acrescentado e de altos salários.

"Inovando em termos legislativos com a proposta de criação de empresas de estatuto social, ou seja, empresas que investem o seu lucro em objetivos de criação de valor social e que merecem ter uma vida mais desburocratizada do ponto de vista da sua relação com o Estado e que precisam de ser apoiadas", defende.

Para isso propõe uma agência nacional de transferência de conhecimento e uma regionalização que atenda aos reais problemas do país.

LEIA AQUI TUDO SOBRE AS LEGISLATIVAS 2022

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