Projetos do PSD sobre revisão constitucional e lei eleitoral não avançam no imediato

Opiniões na bancada divergem sobre se devem ou não dar entrada projetos de revisão da Constituição e da lei eleitoral. Ao que TSF apurou, há um entendimento de que candidatos à liderança devem ser consultados.

Se a vontade era matar o assunto, claramente não foi bem-sucedida. Rui Rio foi questionado várias vezes sobre conclusões da reunião da bancada do PSD, mas diz que o "que se passa dentro não deve ir para fora". A certeza que fica é de que, no imediato, os projetos de revisão constitucional e da lei eleitoral não vão avançar.

"Não vou opinar sobre nada, não vou contribuir para a polémica, não vou", diz Rui Rio que, ao não responder, acabar por alimentar o tema, concluindo apenas que "não será esta semana que são ou não apresentados".

A polémica começou com fugas de informação para o Expresso e Observador nas quais deputados pró-Montenegro criticavam o timing da direção da bancada em querer decidir sobre projetos tão importantes numa altura de transição na liderança.

A questão que se coloca agora é: "Deve ou não o partido entregar os projetos de revisão da constituição e da lei eleitoral?" As opiniões divergem. Na reunião da bancada, ao que a TSF apurou, houve um entendimento de que os candidatos à liderança devem ser consultados e, se algum se opuser, não irão adiante.

De acordo com relatos feitos à TSF, há deputados a favor e outros contra, estando agora nas mãos do líder parlamentar a decisão sobre o que fazer. Questionado pela TSF, não houve até agora resposta de Paulo Mota Pinto.

Sobre as fugas de informação, o tema foi também discutido na reunião e até alvo de crítica, havendo deputados que se escudaram nesse argumento para não falar com jornalistas sobre o assunto.

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