Rangel e Moreira da Silva dão os parabéns a Moedas por vitória sem referirem Rio

O social-democrata Carlos Moedas foi eleito presidente da Câmara de Lisboa, com 34,25% dos votos, contra 33,30% do socialista Fernando Medina.

O eurodeputado social-democrata Paulo Rangel e o antigo vice-presidente do PSD Jorge Moreira da Silva deram os parabéns a Carlos Moedas pela vitória em Lisboa e "a todos os candidatos" do partido, sem referirem o líder Rui Rio.

"Que grande orgulho Carlos! Na vitória do Carlos Moedas saúdo desde já todos os candidatos do PPD/PSD, todos sem exceção! Mais uma vez contribuíram decisivamente para um passo importante na afirmação e implantação do nosso partido", escreveu Paulo Rangel no Twitter, durante a madrugada.

Na mesma linha, Jorge Moreira da Silva, numa publicação no Facebook, deu os parabéns a Moedas por "esta extraordinária vitória em Lisboa".

"Felicito todos os candidatos do PSD a nível nacional - tanto aqueles que venceram, e que terão agora a oportunidade de liderar os seus municípios e freguesias, como aqueles que, tendo ficado aquém do resultado desejado, honraram o Partido Social Democrata num combate por ideias e projetos de desenvolvimento sustentável", referiu o atual diretor para a Cooperação e Desenvolvimento na OCDE em Paris.

Nas últimas semanas, tanto Paulo Rangel como Jorge Moreira da Silva não excluíram uma candidatura à liderança do PSD, partido que terá eleições internas em janeiro do próximo ano.

Carlos Moedas foi eleito presidente da Câmara de Lisboa com 34,25% dos votos, contra 33,30% de Fernando Medina, numa diferença de cerca de 2.300 votos entre os dois.

Quando ainda falta atribuir uma câmara, o PSD contabiliza a vitória em 72 autarquias sozinho, a que se somam outras 41 em coligações lideradas pelos sociais-democratas, num total de 113 concelhos, melhorando os resultados das duas anteriores eleições autárquicas.

Em 2017, o PSD teve o seu pior resultado autárquico de sempre, que levou à demissão do anterior líder, Pedro Passos Coelho: os sociais-democratas conquistaram 98 presidências (79 sozinhos e 19 em coligação), perdendo um total de oito câmaras em relação a 2013, quando lideravam 106 municípios.

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