Rui Rio na Circulatura do Quadrado: "Há muito para melhorar nos serviços públicos"

Presidente do PSD juntou-se a Jorge Coelho, António Lobo Xavier e Pacheco Pereira num debate sobre a atualidade social-democrata.

O programa de governo e os primeiros nomes das listas do PSD às legislativas foram os temas centrais do debate do programa Circulatura do Quadrado, que tem esta semana um convidado especial. O presidente do PSD, Rui Rio juntou-se a Jorge Coelho, António Lobo Xavier e Pacheco Pereira, onde abordou questões relacionada com as ideias que o partido quer levar a votos.

Durante esta semana, o líder social-democrata apresentou as linhas gerais do programa que o partido irá apresentar nas legislativas. Questionado sobre como pretende reduzir a carga fiscal em 3700 milhões de euros, Rio defendeu-se com o "rigor na gestão" orçamental.

"Acima de tudo, o que nós pretendemos é melhorar a gestão. Há muito para melhorar nos serviços públicos e não é só no Serviço Nacional de Saúde, que é o que mais se fala", assegurou, acrescentando que a "linha de orientação" tem ter por base políticas como a "racionalidade" e que eliminem o "desperdício".

A inovação de Rio nas listas para as legislativas

António Lobo Xavier aproveitou a presença de Rui Rio para elogiar o facto de o presidente social-democrata ter optado por uma inovação nas listas do partido. "Esta foi a semana mais positiva, no meu ponto de vista, para Rui Rio", sublinhou, numa referência aos nomes dos cabeças de listas.

"A decisão relativamente ao Porto acho saudável com um simbolismo, mas com uma realidade muito significativa, foi um sinal muito bom", disse.

Lobo Xavier ouviu depois Rui Rio explicar a ideia. "O que se pretende fazer na elaboração das listas é um misto entre experiência e juventude. É o que vai ver depois no fim, na composição global das listas", vincou o presidente do PSD. "Tem de haver pelo menos dois elementos tecnicamente competentes por comissão."

Já Pacheco Pereira defendeu que "ser-se deputado numa circunstância em que quem escolhe as listas é a direção do partido, implica uma relação de concordância". "Quem não concorda não vai pedir para ser eleito em listas que são escolhidas em grande parte pela direção do partido com que não concorda", vincou.

Do outro lado, Jorge Coelho não concordou totalmente com a opinião de Pacheco Pereira, dando o exemplo do próprio PSD. Por fim, ainda houve tempo para Rio Rui assumir que o "parceiro natural do PSD será o CDS".

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