"Somos uma espécie perigosa." Louçã quer "abrir portas e horizontes" com novo livro

Em entrevista à TSF, referindo os exemplos da China, Índia, Brasil e Estados Unidos, Francisco Louçã considera que "podem representar, neste contexto, a emergência de novas formas de política".

Francisco Louçã lançou mais um livro e, esta manhã, foi convidado da TSF. O novo livro do economista e professor catedrático da Universidade de Lisboa tem como título "O futuro já não é o que nunca foi - Uma teoria do presente".

Em entrevista ao jornalista Fernando Alves, Louçã refere que pretende "concentrar-se no presente, sem ilusões, mas procurando abrir portas e horizontes e encontrar caminhos numa sociedade muito ameaçada por si própria".

"Nós somos uma espécie perigosa", afirma.

Para Francisco Louçã, a "poção mágica dos novos bufões" é "a fragilidade da democracia e a possibilidade de representar interesses que emergem como potência gigantesca e que procuram a criação de uma cultura de obediência".

O economista e professor catedrático dá o exemplo dos casos da Índia, com Narendra Modi, da China, com Xi Jinping, mas "sobretudo Bolsonaro ou Trump que podem representar em alguns dos países mais poderosos ou mais populosos do mundo, neste contexto, a emergência de novas formas de política".

"Há qualquer coisa de novo na ideia de que a bufonaria se exibe e que ganha autoridade por mostrar a sua incompetência", considera.

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