Sorrisos e gritos de "vitória" na noite da "desejada, mas inesperada" maioria absoluta

Abraços e gritos de "vitória" marcaram a noite socialista, com António Costa sorridente e emocionado.

A noite começou com um vencedor incerto, mas cedo se percebeu que a tendência era do Partido Socialista. Gritos, abraços e sorrisos marcaram a noite eleitoral no hotel Altis, num partido que, embora tenha alterado o discurso a meio da campanha, conseguiu a maioria absoluta.

As primeiras sondagens, dos canais televisivos, deixaram o enorme quartel general do PS ao rubro, que foi enchendo com o miúdos da Juventude Socialista, que foram animando a noite socialista, e graúdos com bandeiras às costas.

E, a emoção foi em crescendo até à desejada, mas inesperada maioria absoluta, que permite ao PS governar sozinho, mas António Costa garante que, desta vez, será diferente.

"Foi uma vitória da humildade, da confiança, e pela estabilidade", apontou, nas primeiras palavras aos socialistas.

Emocionado, e com um sorriso que poucas vezes se nota em António Costa, o líder socialista abraçou Duarte Cordeiro, o diretor de campanha do PS, que apesar de mais próximo de Pedro Nuno Santos foi um dos obreiros da caminhada socialista.

Numa sala completamente lotada, com centenas de apoiantes, António Costa definiu um objetivo para a próxima legislatura: "Um dos grandes desafios que terei nesta legislatura é reconciliar os portugueses com a ideia das maiorias absolutas, e que a estabilidade é boa para a democracia".

E a maioria absoluta é uma "confiança reforçada", sublinhou António Costa, que consegue a proeza pela segunda vez na história do Partido Socialista, mas promete dialogar com todos os partidos com assento parlamentar, à exceção do Chega.

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