Votação sem incidentes mas com pouca afluência na Guarda

No distrito da Guarda, as últimas eleições ditaram a vitória do PSD, que conquistou sete das 14 câmaras municipais, e atribuíram a segunda posição ao Partido Socialista, que venceu seis.

Desde que abriram as urnas, às 8h00 da manhã, votaram cerca de 1400 dos 6805 eleitores inscritos no Centro Escolar da Sequeira, na periferia da Guarda.

Com nove secções de voto, o local é considerado o barómetro da dinâmica de voto no concelho da Guarda, por ter quase um terço dos 23 mil inscritos em meio urbano.

No total, o concelho tem 37.400 eleitores, isto é, menos 1466 pessoas das que constavam no universo eleitoral das últimas eleições autárquicas em 2017, quando a abstenção se fixou em 39,1%.

À Câmara Municipal da Guarda, governada atualmente pelo PSD, concorrem seis partidos e uma lista independente. Carlos Chaves Monteiro concorre pelo PSD, Francisco Dias pelo Chega, Luís Couto pelo PS, Pedro Narciso pelo CDS/PP, Honorato Robalo pela CDU, Jorge Mendes pelo Bloco de Esquerda e Sérgio Costa lidera uma lista de independentes.

Expectativas no distrito

No distrito, as últimas eleições ditaram a vitória do PSD, que conquistou sete das 14 câmaras municipais, e atribuíram a segunda posição ao Partido Socialista, que venceu seis.

Em Aguiar da Beira, venceu uma lista independente, protagonizada por Joaquim Bonifácio, que não se recandidata. É, no entanto, apenas um dos locais onde haverá mudanças, já que em Seia, no Sabugal e em Foz Côa, os atuais presidentes Filipe Camelo, António Robalo e Gustavo Duarte, respetivamente, também não vão a jogo, por terem atingido o limite de mandatos.

Já antes saiu de cena Álvaro Amaro, que, em 2017, ganhou pela segunda vez consecutiva a Câmara da Guarda, mas que renunciou ao lugar para concorrer às eleições de 26 de maio de 2019 para o Parlamento Europeu - lugar para o qual foi eleito, deixando Carlos Monteiro à frente do município a que agora também concorre.

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