Greve geral: Direção nacional da PSP divulga conclusões de operação

A direção nacional da PSP divulgou hoje as conclusões a que chegou sobre o comando e controlo da operação da polícia nas manifestações do dia 22 de março.

A direção nacional da PSP lembra, na nota enviada à TSF, que a análise efetuada é diferente da auditoria realizada pela Inspeção Geral da Administração Interna (IGAI).

O documento permitiu retirar diversas conclusões e recomendações das quais destaca cinco. Em primeiro lugar, o planeamento que antecedeu a operação policial de dia 22 foi «rigoroso e adequado».

A PSP acrescenta que a intervenção policial ocorrida na rua Garrett, em Lisboa, foi necessária para «repor a ordem e tranquilidade públicas», para fazer «cessar os comportamentos intencionais, violentos e perigosos, que colocavam em risco a integridade física dos elementos policiais e de terceiros», bem como «património diverso».

Na mesma nota, enviada à TSF, a PSP diz ter concluído que, no contexto desta intervenção, ficou evidente «a necessidade de melhor sinalizar quem efetuava trabalho de jornalista ou fotojornalista».

A polícia acrescenta ainda que foi «identificada a necessidade de aprimorar a articulação técnica e tática entre as diversas valências intervenientes neste tipo de operações policiais».

Relativamente à concentração e desfile ocorridos entre a Praça Duque de Saldanha e a Praça do Rossio, a direção nacional da PSP esclarece que não obstante os comportamentos desordeiros adotados pelos manifestantes durante esse percurso, a PSP decidiu permitir que o desfile prosseguisse, mesmo sem que este cumprisse com os formalismos previstos na lei, dando assim prevalência ao direito de manifestação dos cidadãos.

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