A era do nós sem esquecer o indivíduo

O economista e gestor João Ferro Rodrigues, colocou em livro várias ideias para a sociedade voltar a ser comunitária, e ao mesmo tempo, mais desenvolvida, em matéria cívica. O livro chama-se "A era do NÓS".

Podia ser um tratado, mesmo que informal, sobre a melhoria da nossa forma de viver.

João Ferro Rodrigues, chama-lhes "propostas para uma democracia do bem comum", e serve, com essa frase "A era do NÓS".

Pelo livro, passam ideias de uma vivência "atomizada", ou seja, cada vez com núcleos mais isolados, ou mesmo de indivíduos sós.

O autor sublinha que não raras vezes, as pessoas de um mesmo edifício, ou da até das mesma família, não se cruzam muitas vezes durante dias ou horas.

E se é assim, em núcleos de proximidade, não se estranha que tenha deixado de existir abertura para a diferença.

João Ferro Rodrigues tem trabalhado em áreas de tecnologia e novas energias, como gestor e consultor, e admite que faz parte de uma classe privilegiada.

Uma das propostas que faz, é "rebentar a bolha" em que vivemos, e em que nos isolamos, como defesa e como conforto.

A bolha, dá-nos uma sensação de segurança, mas nada nos impede de ter mais segurança, se procurarmos outros caminhos.

Como formas diversas de gerir as políticas de habitação, ou a nossa disponibilidade para servir o coletivo, seja ele o estado ou o bairro.

João Ferro Rodrigues chega a enunciar um Serviço Nacional Obrigatório, em tudo semelhante à antiga tropa obrigatória, mas versando não apenas a defesa, mas outras áreas.

O livro "A era do NÓS", é uma edição Objetiva.

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