A Europa a tentar recuperar terreno perdido nas indústrias da saúde

Em Lisboa, discute-se o futuro do acesso aos medicamentos e dispositivos médicos, e na Tarde TSF, o presidente do Infarmed mostra o passos que já estão a ser dados.

A pandemia colocou em cheque as capacidades logísticas de países e blocos económicos, especialmente quanto aos medicamentos e aos dispositivos médicos.

A presidência portuguesa da União Europeia, juntou em Lisboa, os principais lideres internacionais do setor da saúde, para falar da acessibilidade as estes produtos.

O objetivo, é corrigir ou seja, perceber e corrigir os erros e falhas detetados desde o inicio da pandemia, com as cadeias logísticas de tudo o que a saúde precisa para trabalhar, desde equipamentos de proteção, dispositivos e maquinaria clínica e medicamentos e vacinas.

O presidente do Infarmed é o anfitrião do encontro, que se realiza no âmbito da presidência portuguesa da União Europeia.

Rui Santos Ivo, entrevistado na Tarde TSF, reconhece as falhas detetadas, e explica que todos os países e organizações ficaram alerta.

E acrescenta que os reguladores estão prontos para redefinir, por exemplo, o papel das reservas estratégicas.

O presidente do Infarmed vê como positivas as manifestações de vontade de empresas e autarquias, em apostarem em novas fábricas de medicamentos e até de vacinas em Portugal.

Neste campo, Rui Santos Ivo diz que, apesar de tudo, a situação em Portugal já foi pior.

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