AHRESP pede que seja avaliada a manutenção de restrições sanitárias

"Face à atual situação epidemiológica", a Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal pede que se avalie "a continuidade do quadro de restrições sanitárias" para que seja possível "o funcionamento das empresas de restauração e similares e de alojamento turístico".

A Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) apelou esta quinta-feira para que sejam avaliadas as restrições sanitárias que ainda são aplicadas em Portugal, "para que seja possível o funcionamento das empresas", segundo um comunicado.

De acordo com a associação, "apesar do número de casos de Covid-19 ainda continuar muito elevado, os internamentos e os óbitos estão com uma tendência estável, muito devido ao sucesso da vacinação, o que tem levado vários países europeus a eliminarem as restrições de combate à pandemia, permitindo às populações e às atividades económicas regressarem à normalidade".

A associação apontou ainda que "também nesse sentido a Região Autónoma da Madeira aliviou algumas das medidas, designadamente o tempo de isolamento dos infetados, que é reduzido para cinco dias e o fim do isolamento para os contactos com caso positivo".

Por isso, "face à atual situação epidemiológica, e a exemplo do que tem vindo a ser seguido em outros países, a AHRESP solicita que se avalie a continuidade do quadro de restrições sanitárias que ainda se verificam no restante território nacional, para que seja possível o funcionamento das empresas de restauração e similares e de alojamento turístico".

De acordo com a entidade, as empresas "têm vindo a encerrar, involuntariamente, devido à ausência de trabalhadores que se encontram infetados ou em isolamento profilático, o que acarreta graves constrangimentos para estas empresas".

Em janeiro, a AHRESP propôs um conjunto de 20 medidas para relançar o setor, entre as quais alterações no IVA, redução do IRC e IRS, extinção do PEC, apoios à capitalização e prorrogação do IVAucher.

Em Portugal, desde março de 2020, morreram 20.024 pessoas e foram contabilizados 2.745.383 casos de infeção, segundo a última atualização da Direção-Geral da Saúde.

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