Alerta devido aos incêndios, vacinação não obrigatória e outros destaques TSF

Para ler ao meio-dia, também o funcionário de um laboratório de Wuhan que pode ter sido o primeiro infetado com o coronavírus, os tempos de espera "elevados" nos aeroportos em Portugal e a expulsão do antigo diretor de fronteiras do SEF em Lisboa, na sequência da morte do cidadão ucraniano, Ihor Homeniuk.

A manhã desta sexta-feira ficou marcada pela declaração do Governo da situação de alerta em 14 distritos de Portugal continental por causa das previsões meteorológicas para os próximos dias, que apontam para um agravamento do risco de incêndio. A situação de alerta começa às 12h00 desta sexta-feira e prolonga-se até segunda-feira.

Por sua vez, António Costa defendeu que a vacinação em Portugal não deve ser obrigatória, numa altura em que países europeus, como França, avançam com a exigência da vacina para profissionais de saúde e de lares de idosos. Em entrevista ao Expresso, o chefe de Governo lembrou que nenhuma vacina é obrigatória em Portugal, e que "não se deve quebrar uma regra que tem funcionado bem ao longo de décadas".

Em questões sobre a pandemia, Peter Embarek, que chefiou a equipa de investigadores da Organização Mundial de Saúde em Wuhan para apurar a possível origem da Covid-19, acredita que o primeiro infetado com o SARS-CoV-2 pode ter sido um funcionário de um laboratório de virologia. Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor da Organização Mundial de Saúde, reconheceu ser "prematuro" descartar a possibilidade de uma fuga do vírus estar na origem da Covid-19, e pediu mais transparência às autoridades chinesas.

Se vai viajar, tenha em conta os tempos de espera "elevados" nas próximas duas semanas nos aeroportos de Lisboa, Porto, Faro, Funchal, Porto Santo e Ponta Delgada, alertou a ANA - Aeroportos de Portugal. Em causa está a greve parcial anunciada pelo Sindicato dos Inspetores de Investigação, Fiscalização e Fronteiras (SIIFF) para o período entre 14 e 31 de agosto.

Por fim, ainda sobre a morte de Ihor Homeniuk, o antigo diretor de fronteiras do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras em Lisboa foi expulso da função pública, na sequência do homicídio do cidadão ucraniano, no aeroporto da capital. O Ministério concluiu que não há condições para que o antigo diretor do SEF se mantenha em funções, porque entende que houve violação dos deveres gerais de defesa do interesse público, violação de imparcialidade, de zelo e do dever de lealdade.

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