Alunos do secundário, idosos em lares e trabalhadores de fábricas vão fazer teste de 2 em 2 semanas

Nova estratégia da DGS dá detalhes sobre as novas ações de rastreio para travar a pandemia.

Os concelhos com mais de 480 casos de covid-19 por 100 mil habitantes nos últimos 14 dias - que hoje são a larga maioria - vão ter rastreios laboratoriais regulares, com testes rápidos, para controlo da covid-19, nos estabelecimentos de ensino com estudantes do ensino secundário - aos alunos, pessoal docente e não docente -, prisões, mas também noutros locais considerados de "elevada exposição social", nomeadamente, entre outros, fábricas e construção civil.

A periodicidade dos testes anteriores deverá ser de 14 em 14 dias, ou seja, de duas em duas semanas.

As novidades, que confirmam e detalham medidas que já tinham sido anunciadas em linhas gerais, estão na nova Estratégia Nacional de Testes para o SARS-CoV-2 agora publicada pela Direção-Geral da Saúde (DGS).

No entanto, há outras instituições de apoio ou acolhimento a populações mais vulneráveis que também serão sujeitas a rastreios periódicos aos residentes, utentes e profissionais de 14 em 14 dias: lares de idosos, Unidades da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados, Instituições Sociais de Acolhimento ou Apoio Social, bem como os Centros de Acolhimento de Migrantes e Refugiados.

Em causa, de novo, por norma, testes rápidos de antigénio, mas nos casos anteriores os rastreios não se vão restringir aos concelhos com mais de 480 casos por 100 mil habitantes nos últimos 14 dias.

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