Algarve é região resiliente a partir desta quinta-feira

A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), a Comunidade Intermunicipal do Algarve (AMAL) e a Agência para a Modernização Administrativa (AMA) iniciam esta quinta-feira, dia 21 de outubro, o projeto "Região Resiliente 2.0".

PorMaria Augusta Casaca
© Pixabay

É um programa destinado a criar uma solução inovadora e plataformas locais que trabalhem na redução do risco de catástrofes. Nasce integrado na estratégia internacional desenhada pelas Nações Unidas para a redução de catástrofes naturais.

O Algarve foi escolhido para ser região-piloto por ser a única região do mundo em que todos os municípios têm o selo de região resiliente e se envolvem numa mesma causa.

Quando se fala de catástrofes, Rui Fernandes, coordenador do projeto na Autoridade Nacional de Proteção Civil, considera que a pandemia foi um bom teste do qual se podem retirar lições para saber como atuar no futuro. Mas há diversas catástrofes a ter em conta numa região, como os fogos rurais, os sismos, os tsunamis ou as inundações, por exemplo.

Ouça aqui a reportagem da TSF

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O projeto vai passar por quatro fases: primeiro a capacitação dos elementos que compõem a equipa do projeto, depois a investigação sobre os desafios existentes localmente, em terceiro lugar o desenho de uma solução envolvendo todas as partes e, por fim, a validação e experimentação de tudo o que se projetou.

Além dos municípios e da Proteção Civil o projeto "Região Resiliente 2.0" pretende envolver várias instituições da área social e a Universidade, de modo a trazer novas visões e abordagens sobre o assunto.

O programa dura nove meses e pretende alargar-se mais tarde a outras regiões do país.

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