Miocardite mais frequente em crianças infetadas do que vacinadas, a morte da Maria Amélia Canossa e outros destaques TSF

Destaque também para as declarações de Joe Biden, que assegurou que não vai enviar tropas para a Ucrânia, mas alertou que uma invasão da Rússia "mudará o mundo".

PorTSF
© Artur Machado / Global Imagens (arquivo)

Foi publicado esta quarta-feira um parecer técnico da DGS, que conclui que a miocardite por infeção com SARS-CoV-2 é 60 vezes mais frequente do que após a vacinação e pode ter sintomas mais graves, complicações e sequelas a curto prazo.

Ainda na área da saúde, o Sindicato dos Enfermeiros (SE) afirmou, em comunicado enviado à TSF, que o atendimento e a prestação de cuidados de enfermagem estão em risco de rutura no serviço de urgência pediátrica do Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/Espinho. Em causa está a falta de enfermeiros, que já pediram escusa de responsabilidade, realçando que não estão asseguradas todas as condições de segurança para trabalharem.

Existe uma grande escassez de semicondutores. Arlindo Oliveira, professor do departamento de informática do Técnico e presidente do Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores, Tecnologia e Ciência, explicou o porquê à TSF. Além da complexidade, o docente explicou que "há muito poucas fábricas no mundo que os podem fabricar".

A manhã ficou também marcada pela morte de Maria Amélia Canossa, a mulher que deu voz ao hino do FC Porto. A cantora morreu na terça-feira, aos 88 anos, revelou o clube através da sua página oficial. Pinto da Costa lembra Maria Amélia Canossa como "uma pessoa extraordinária", que "vivia o Porto e sofria pelo Porto com uma paixão tremenda".

No mundo, a tensão entre a Ucrânia e a Rússia continua a marcar a ordem do dia. Joe Biden assegurou que não tem intenção de enviar tropas norte-americanas ou da NATO para a Ucrânia, embora acredite que uma invasão da Rússia terá "consequências enormes" e "mudará o mundo".

Quanto ao Afeganistão, com os taliban, tudo piorou para quem faz parte da comunidade LGBTI. O relatório da Human Rights Watch e OutRight Action International mostra como é difícil a vida dos afegãos em situação mais vulnerável do ponto de vista da orientação sexual. Muitos relatam que membros dos taliban os atacaram ou ameaçaram por causa da orientação sexual ou identidade de género.

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