Ao toque do sino, abrem-se as portas do novo Bolhão após quatro anos de saudades

A TSF marcou presença na muito aguardada reabertura do Mercado do Bolhão, no Porto.

O centenário Mercado do Bolhão reabre esta quinta-feira as portas à cidade do Porto, após quatro anos de obras de reabilitação.

Regressam os 79 comerciantes históricos, 81 bancadas, 38 lojas e 10 restaurantes que até agora ocupavam o mercado temporário, e também a figura de Nossa Senhora da Conceição, santa padroeira do Bolhão.

A reabertura foi assinalada pelas 08h00 pelo presidente da câmara do Porto, Rui Moreira, com o toque do sino, momento que a TSF testemunhou:

É um Bolhão de "cara lavada", mas que mantém a traça original. Entre as novidades estão uma passagem intermédia que liga as ruas Alexandre Braga e Sá da Bandeira, e uma entrada direta a partir da estação do metro do Bolhão.

É "cumprirmos com aquilo que é a nossa memória, com uma memória que não é apenas memória do passado mas uma memória com futuro", diz o autarca do Porto à TSF. "Este era um projeto que estava eternamente adiado. O Bolhão estava seguro por promessas que não se concretizavam".

"A principal palavra é para os comerciantes que acreditaram, porque se tivessem desistido, se tivessem embora, se não tivessem acreditado, isto não era possível. Agora o que falta é que as pessoas do Porto acarinhem este mercado e se lembrem que estes negócios precisam de existir. Isto não é um sítio para visitar, é um sítio para comprar."

Além de se destacar como património material e imaterial da cidade, Rui Moreira explica que António Cunha, presidente da Comissão de Coordenação da região Norte lhe explicou que o Bulhão tem um "impacto brutal na economia da cidade".

Além dos frescos no piso térreo o Bolhão acomoda agora dez restaurantes no piso superior que se comprometeram a comprar todos os produtos de que precisam no mercado, também eles produzidos localmente promovendo a "economia circular", aponta Rui Moreira.

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