"Às vezes é preciso empurrar, mas pega sempre." As memórias de quem conduz um Carocha

A 22 de junho assinala-se o Dia Mundial do Carocha.

Num outro 22 de junho de 1934, a Associação alemã da Indústria automóvel e a Ferdinand Porsche assinaram um contrato. O objetivo era desenvolver um carro com espaço para dois adultos e três crianças, que atingisse os 100 km/h, consumisse 7 litros aos 100 e, sobretudo, que fosse barato. Dez meses depois nascia o Volkswagen Carocha.

Concebido para mover as massas, o compacto carro do povo transformou-se num sucesso mundial. Na Europa, as últimas unidades foram construídas em 1978, mas no México e no Brasil a produção durou mais uns anos.

Em todo o mundo foram vendidos quase 22 milhões de Carochas. De resto, até dois mil e dois foi mesmo o carro mais vendido do mundo. Mas o que há de tão especial neste carro do século XX? O melhor é fazer o teste. Neste Dia Internacional do Carocha, a TSF fez-se à estrada e foi até às lezírias à boleia de José Manuel Amador, proprietário de cinco Carochas. O pai só teve Volkswagen e o filho, José Manuel Amador, mantém cinco Carochas. Todos funcionam. Mas não se vê como um colecionador.

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