AstraZeneca diz que embolias pulmonares e tromboses até afetam mais quem não tomou a vacina

Vários países suspenderam a vacina, mas reguladores do setor e a farmacêutica garantem que não há risco.

A AstraZeneca garante que não há qualquer evidência de um risco para a saúde da vacina produzida por esta farmacêutica desenvolvida em parceria com a Universidade de Oxford.

Numa resposta enviada à TSF, a delegação da empresa em Portugal refere que "uma análise da base de dados de segurança, com mais de 10 milhões de registos, não mostrou qualquer evidência de risco aumentado de embolia pulmonar ou trombose venosa profunda".

Essa falta de evidência aplica-se a "qualquer idade, sexo, lote ou num determinado país" com a vacina COVID-19 AstraZeneca.

A farmacêutica vai mais longe e diz que as doenças anteriores até são mais comuns entre quem não recebeu a vacina: "Na verdade, o número observado deste tipo de eventos na população vacinada com a vacina da covid-19 da AstraZeneca é significativamente menor do que o que seria esperado quando comparado com a população em geral".

A empresa sublinha que a segurança da vacina foi reafirmada esta quinta-feira pela pela Agência Europeia do Medicamento e pelo regulador português do setor (o Infarmed).

Segundo o Infarmed, em comunicado, os benefícios da utilização da vacina da AstraZeneca mantêm-se superiores ao risco e, por isso, não vai alterar as recomendações já feitas de toma da vacina.

Recorde-se que vários países europeus, como a Dinamarca, Estónia, Lituânia, Luxemburgo, Letónia e a Áustria depois de relatos de coágulos e tromboses em pessoas que foram vacinadas com o produto da AstraZeneca.

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