Ativistas apresentam queixa-crime contra agentes que terão obrigado mulheres a despir-se

A queixa-crime foi apresentada por sete movimentos feministas e pelo coletivo Climáximo, que organizou o protesto.

Um grupo de ativistas apresentou uma queixa-crime no Ministério Público contra a atuação de agentes da PSP da Esquadra dos Olivais em Lisboa.

Em causa está a revista a 19 mulheres que foram detidas e queixam-se de terem sido obrigadas a despir-se depois de um protesto a 22 de maio na rotunda do Aeroporto de Lisboa.

A queixa-crime foi apresentada por sete movimentos feministas e pelo coletivo Climáximo, que organizou o protesto.

Inês Teles, porta-voz do Climáximo, explica à TSF que foram detidas 26 pessoas acusadas de desobediência civil, mas enquanto as mulheres foram obrigadas a despirem-se, algumas com nudez completa, os homens foram revistados por cima da roupa.

Inês Teles afirma que o grupo quer que sejam apuradas as responsabilidades numa situação que encara como humilhante e intimidatória.

Contactada pela TSF, fonte oficial da PSP não quis comentar, referindo apenas que vão colaborar com as autoridades judiciárias na avaliação de todos os procedimentos relativos às pessoas detidas.

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