Ativistas pelo clima vão a julgamento, avisos sobre a chuva dos próximos dias e outros destaques TSF

Manifestantes recusaram uma proposta do Ministério Público que oferecia a suspensão temporária do processo em troca da não participação em ilícitos de invasão.

Os quatro ativistas pela defesa do clima que foram detidos na última sexta-feira souberam esta tarde que vão a julgamento no dia 29 de novembro pelos crimes de "não dispersão em reunião pública e introdução em local vedado ao público".

Entretanto, o ministro da Economia recebe, esta terça-feira, outros seis ativistas depois de um dia de encerramento, a cadeado, do Liceu Camões, em Lisboa.

Os próximos dias vão levar chuva a todo o país e a Proteção Civil emitiu um alerta para o perigo que várias localidades, em especial no Norte e Centro, enfrentam em termos de cheias ou deslizamento de terras.

O ministro dos Negócios Estrangeiros, João Gomes Cravinho, saudou a "reconquista" da cidade ucraniana de Kherson depois da retirada russa. Em Bruxelas, o governante assinalou a "coragem" ucraniana num momento de "elevado valor" simbólico e militar.

A Assembleia-Geral das Nações Unidas aprovou, com 94 votos a favor, uma iniciativa ucraniana com o objetivo de exigir à Rússia compensações pelos estragos causados pela guerra. O texto não é vinculativo, mas Kiev pode ir fazendo uma lista de tudo o que foi destruído.

O romance "Dor fantasma" valeu ao escritor brasileiro Rafael Gallo a conquista do Prémio José Saramago 2022. "Caí de joelhos no chão", foi o que o escritor assumiu à TSF sobre esta conquista.

O Manchester United indicou que vai esperar por "todos os factos" antes de tomar uma atitude em relação à polémica entrevista que Cristiano Ronaldo deu a Piers Morgan. O clube prefere manter-se concentrado na preparação da segunda parte da época.

Em entrevista à TSF, o treinador português e selecionador da Nigéria, José Peseiro, diz acreditar que Ronaldo pode chegar ao Mundial 2022 num "momento de reforço" da seleção. O homem que orienta o único adversário de Portugal antes do Mundial vê o capitão luso a "ir à morte" pela equipa.

Quando os protestos pela morte de Mahsa Amini entram na sua oitava semana, três mulheres iranianas veem desespero, união e coragem nas manifestações que percorrem o país. Lideradas pela geração Z, as manifestações são um sinal de que os iranianos "precisam de liberdade e precisam dela agora, mesmo que para isso tenham de morrer".

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