Aviões devem voltar a Vila Real no final de agosto

Obras vão custar dois milhões e meio de euros e devem estar concluídas no final do verão.

Por causa do abatimento da pista, em julho do ano passado, a carreira aérea Bragança, Vila Real, Viseu, Cascais, Portimão, deixou de poder fazer paragens naquela infraestrutura. Ali vai nascer também um novo Centro de Proteção Civil Regional. O concurso público para as obras na pista foi lançado no início desta semana.

Rui Santos, o presidente da Câmara de Vila Real, quer ver a obra começar o mais breve possível. "Teremos que seguir os procedimentos burocráticos, que a lei impõe, mas temos a expectativa que nos próximos dois meses e meio, três meses, a obra esteja no terreno."

Desde essa altura que a carreira aérea regional não parava ali. Um importante meio de transporte para a região duriense e um apoio estratégico para o combate aos incêndios.

"Os aviões de asa fixa estão impedidos de aterrar em Vila Real, os helicópteros pode fazê-lo, mas esses aviões são muito importantes para o combate aos incêndios florestais e também queremos, logo que possível retomar a carreira aérea. Este aeródromo é muito importante para Vila Real mas também para o Douro e a carreira aérea é vital que comece a funcionar", refere o autarca.

Para lá das obras na pista haverá mais duas complementares salienta Rui Santos. São "obras para melhorar a nossa gare de embarque e para ter ali um Centro de Proteção Civil digno do século XXI, operacional, moderno e eficaz, que seja, no fundo, a resposta que todo o norte necessita no âmbito da proteção civil porque Vila Real é o centro geodésico do norte."

Ao todo serão ali investidos cerca de dois milhões e meio de euros. O Aeródromo Municipal de Vila Real deverá estar operacional, para receber aviões, no final de agosto, início de setembro.

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