Britânicos já procuram Portugal para o verão, racismo online e outros destaques TSF

Boris Johnson ainda não avançou uma data para que deixe de ser proibido viajar para o estrangeiro, a partir do Reino Unido, sem justificação válida, mas já há procura por pacotes de férias.

O confinamento no Reino Unido ainda não terminou, mas os britânicos já estão de olhos postos nas férias. Fruto disso, a procura de pacotes de férias em Portugal, Espanha e na Grécia aumentou 600%. Os dados são da tarde desta terça-feira e, embora pelo menos até ao dia 17 de maio estejam proibidas as viagens ao estrangeiro e existam restrições na entrada no Reino Unido, o verão promete.

Em Portugal, o Ministério Público confirmou a abertura de um inquérito ao que se passou durante uma sessão de Zoom promovida pelo Liceu Camões que foi interrompida por um ataque racista. Um dos atacantes revelou ter recebido o link de acesso à sessão através da plataforma Telegram.

Pelos céus, o voo de repatriamento que a TAP está a organizar a partir do Brasil está a gerar polémica. Elaine Veloso, uma brasileira que espera há quase um mês para regressar a Portugal, contou à TSF que foi contactada pela companhia portuguesa para embarcar no voo desta sexta-feira, mas não contava ter de pagar um valor tão alto: "Entre 800 a 900 euros por pessoa."

Caro ou não, a verdade é que o voo, como revelou o ministro dos Negócios Estrangeiros, está cheio. "Se verificarmos a necessidade de mais voos, fá-lo-emos", admitiu Augusto Santos Silva, antes de justificar o valor a pagar pelos bilhetes com "regras que impedem abusos".

Para resolver a pandemia (também) é preciso vacinar e Portugal quer ajudar os PALOP e Timor-Leste nessa missão. O primeiro-ministro, António Costa, revelou esta terça-feira que Portugal quer "redirecionar" para esses países "5% das vacinas adquiridas por Portugal".

O caso do avião com 500 quilos de cocaína continua a ter desenvolvimentos. O Departamento Central de Investigação e Ação Penal também já está a investigar o ocorrido no Brasil.

O dia acaba com uma viagem até Melgaço e à boleia de Napoleón Sánchez, médico cirurgião que vive a 40 quilómetros da fronteira com Portugal. Atravessa-a a pé, todos os dias, de forma clandestina, como contou à TSF. Por ali já passaram também, noutros tempos, contrabandistas e gente que ia a salto para França.

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