Buscas na prisão de Linhó. Drogas, álcool e telemóveis entre os objetos apreendidos

Foram feitas buscas a 40 celas. Reclusos apanhados na posse de objetos ilícitos vão ser alvo de processos disciplinares ou criminais.

A Direção Geral de Reinserção e Serviços Prisionais informou, esta quarta-feira, que realizou buscas ao Estabelecimento Prisional do Linhó, na noite de segunda-feira.

Segundo um comunicado emitido, a ação, que tinha por objetivo a "prevenção e combate à entrada e circulação de produtos e bens ilícitos" na cadeia, envolveu "elementos do corpo da guarda prisional do Estabelecimento Prisional do Linhó, do Grupo de Intervenção e Segurança Prisional (GISP) e foi apoiada por binómios cinotécnicos (GOC)".

Foram feitas buscas em 40 celas, nas quais foram encontrados várias substâncias ilícitas e aparelhos eletrónicos que não cumpriam as regras.

"Foram apreendidos 14 telemóveis, carregadores artesanais, quatro pen drives, quatro objetos cortantes artesanais, duas seringas, 25 comprimidos e dois frascos de anabolizantes, pequenas quantidades de substâncias presumivelmente estupefacientes, cinco garrafas de bebida alcoólica produzida artesanalmente e de 20 euros em dinheiro, bem como de alguns equipamentos elétricos autorizados (como televisões e play station) mas que apresentavam quebra dos selos de segurança", informa o comunicado.

A Direção Geral de Reinserção e Serviços Prisionais ressalva que a ação "decorreu sem que se tivesse verificado qualquer tipo de incidentes".

"Os reclusos em cuja posse foram apanhados os objetos e bens ilícitos serão objeto do procedimento disciplinar e/ou criminal previstos na Lei", conclui.

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