Câmaras voltam a reforçar atividade dos centros de vacinação e transporte para terceira dose

No ressurgimento da situação pandémica, autarquias como Coimbra e Lisboa reabrem os centros de vacinação, e Leiria, Loures e Porto são algumas das autarquias que estão a apoiar o transporte de quem não tem meios para ir receber a terceira dose.

Em todo o país, as câmaras municipais estão a reforçar a resposta à pandemia. Em Coimbra, reabre nesta terça-feira o centro de vacinação contra a Covid-19.

O jornal Público adianta que, face ao aumento do número de casos, as autarquias estão a reforçar a resposta à pandemia, com a reabertura de centros e apoio no transporte de idosos. O centro de vacinação de Coimbra tinha sido desativado, depois de atingida a meta de 85% da população vacinada.

No entanto, com a necessidade de reforço, com a terceira dose, a ARS do Centro anunciou a reabertura já nesta terça-feira, um dia antes do previsto.

O pavilhão Mário Mexia vai receber, assim, utentes com mais de 65 anos, com marcação para receber a terceira dose ou em regime de casa aberta. Vão também poder ser vacinados os profissionais de risco, como os bombeiros e os funcionários dos lares.

O jornal Público adianta que o centro de vacinação de Coimbra vai estar aberto até 19 de dezembro, mas a Câmara avisa, desde já, que, nos futuros ciclos da pandemia, têm de ser encontradas outras soluções, porque o recurso ao pavilhão Mário Mexia vai prejudicar a prática desportiva de milhares de jovens em Coimbra.

A Câmara de Loures pondera também abrir um novo posto de vacinação, mais perto da zona oriental do concelho, bem como reforçar as equipas de médicos e enfermeiros, uma despesa que seria suportada pelo município.

Em Lisboa, Carlos Moedas anunciou a abertura do maior centro de vacinação do país, na FIL, a partir de 1 de dezembro.

Lisboa, Loures e também o Porto e Leiria são algumas das autarquias que estão a apoiar o transporte de quem não tem meios para ir receber a terceira dose da vacina contra a Covid-19.

Leiria vai ainda distribuir máscaras a grupos mais vulneráveis, à semelhança do que acontece em Cascais.

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