Catarina Martins defende reabertura da linha do Tâmega encerrada em 2009

O partido propõe, acentuou a dirigente, "uma reabertura destas linhas que uniam o país, que são importantíssimas do ponto de vista ambiental, do pondo de vista da coesão territorial e da coesão de emprego".

A coordenadora do Bloco de Esquerda (BE), Catarina Martins, defendeu este sábado, em Amarante, a necessidade de reabrir a linha ferroviária do Tâmega, encerrada desde 2009, no âmbito de um pano nacional.

"Reabrir e requalificar a linha do Tâmega, como as outras linhas que uniam as populações e fazem coesão territorial, tem de ser a aposta dos próximos anos. E apresentamos um plano ferroviário nacional para isso mesmo", afirmou.

Falando aos jornalistas em Amarante, onde visitou o Festival Mimo, a dirigente do BE insistiu que se trata de uma reivindicação justa das populações que residem naquele território.

"Aqui onde estamos, em Amarante, em 2009, esteve Ana Paula Vitorino, na altura secretária de Estados dos Transportes, a anunciar que a Linha do Tâmega ia encerrar por dois anos para ser requalificada. Ora, fechou já há mais de dez anos e nunca mais houve comboio a servir esta população", afirmou, acompanhada por dirigente locais do BE.

O partido propõe, acentuou a dirigente, "uma reabertura destas linhas que uniam o país, que são importantíssimas do ponto de vista ambiental, do pondo de vista da coesão territorial e da coesão de emprego".

No caso da Linha do Tâmega, o troço a que se refere a coordenadora do BE, ligava, há mais de um século, em via de bitola estreita, a cidade de Amarante à estação ferroviária de Livração, no concelho de Marco de Canaveses.

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