Costa comenta temas quentes, César sugere taxar lucros extraordinários e outros destaques TSF

O incêndio na Serra da Estrela lavra há já sete dias, reconhecendo a Proteção Civil a "complexidade" do combate ao fogo. No terreno estão perto de 1600 operacionais e mais de uma dezena de aeronaves, incluindo um canadair espanhol.

O primeiro-ministro regressou esta sexta-feira às lides governativas, depois de um período de férias, respondendo às questões dos jornalistas numa extensa conferência de imprensa, na qual passou em revista, durante quase uma hora, os vários temas da atualidade. Sobre o incêndio que lavra há sete dias na Serra da Estrela, e que tem motivado críticas quanto à coordenação dos meios, o líder do Executivo disse que este é um fogo "particularmente dramático" e admitiu que, no final, quando o incêndio estiver extinto, será a altura certa para analisar o que aconteceu.

Já sobre a polémica relacionada com Sérgio Figueiredo, o primeiro-ministro não quis comentar o caso em concreto, mas afirmou que "os membros do Governo são livres de fazerem contratações".

Questionado sobre as declarações do Presidente da República acerca das escusas de responsabilidade dos médicos, Costa colocou-se ao lado do chefe de Estado, assumindo que, "provavelmente, não diria coisa diferente".

Ainda nesta longa conferência, Costa assinalou que o gasoduto que liga a Península Ibérica à Europa Central mostra que, "finalmente, a Europa ganhou consciência que tem de ser autónoma da Rússia" no que toca à energia, produzindo "os seus próprios gases", como é o exemplo do hidrogénio verde.

No universo político, destaque para as declarações de Pedro Filipe Soares, líder parlamentar do Bloco de Esquerda, à TSF, numa reação à posição de Carlos César que, na quinta-feira, defendeu uma taxa sobre lucros extraordinários. "Seja bem-vindo", atirou.

Nos incêndios, as chamas na Serra da Estrela continuam ativas, empenhando perto de 1600 operacionais e mais de uma dezena de aeronaves, incluindo um canadair espanhol, com a proteção civil a reconhecer a "complexidade" do fogo.

A marcar a manhã esteve ainda a mensagem de "esperança" do Presidente da República para assinalar o Dia Mundial da Juventude. Reconhecendo que este foi um ano "perdido", Marcelo espera que os próximos anos possam ser "mais atentos" aos jovens, setor da sociedade particularmente afetado pelas consequências da pandemia e da guerra.

Esta sexta-feira, um relatório da Organização Mundial do Trabalho revelou que 73 milhões de jovens desempregados em todo o mundo em 2022.

No plano das alterações climáticas, um estudo concluiu que o Ártico aqueceu cerca de quatro vezes mais do que o resto do mundo nos últimos 40 anos.

E para fechar com chave de ouro, eis as imagens da última superlua de 2022 que iluminou, na madrugada desta sexta-feira, os céus noturnos um pouco por todo o mundo.

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