Costa envia diplomas para o TC, recusa conflito com Marcelo e é atacado por toda a oposição

Primeiro-ministro recorreu à Constituição para sublinhar que "uma vez aprovado o Orçamento, a Assembleia da República não pode nem aumentar a despesa nem diminuir a receita previstas".

Depois de dias de recados e trocas de argumentos, os diplomas sobre os apoios sociais, que foram aprovados pela Assembleia da República, vão mesmo passar pelas mãos do Tribunal Constitucional. A decisão foi anunciada esta quarta-feira pelo primeiro-ministro, António Costa, que sublinhou que "lei é lei".

Na mesma declaração ao país, o chefe de Governo também quis deixar claro que não há conflito com Marcelo.

As reações não se fizeram esperar. Da esquerda à direita, o Governo foi criticado e acusado de estar a comprar um conflito, ora com o Presidente da República, ora com os portugueses.

Também houve espaço, na mensagem de Costa, para falar da pandemia e de duas dimensões do desconfinamento. Primeiro, para avisar que a luta ainda não está ganha e que as escolas podem mesmo voltar a encerrar.

E depois para, a poucas horas da reavaliação do plano de desconfinamento, explicar que deve continuar a ser aplicado "se tudo correr bem".

Da TAP, chegou esta quarta-feira a notícia de que o diretor de operações de voo da companhia aérea foi demitido por perda de confiança da administração. As razões para a saída de Carlos Damásio, noticiada há cerca de duas semanas, ainda não eram conhecidas.

Do Brasil chegam alertas. Depois da saída dos três comandantes das Forças Armadas, há que tema que o país possa cair numa ditadura.

Na Nazaré houve alguém que se sentiu bafejado pela sorte. "A maior de sempre", nas palavras do próprio. António Laureano, de 18 anos, pode ter batido um recorde.

No futebol, a seleção nacional sub-21 não conseguiu um recorde, mas saiu com um registo limpo da fase de grupos do Europeu: três jogos, três vitórias, e um lugar nos quartos de final.

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