Denúncias de assédio no futebol, regiões ucranianas a um passo de serem anexadas e outros destaques TSF

AS suspeitas de assédio no futebol feminino e a iminente anexação russa das regiões ucranianas alvo de referendos considerados fraudulentos estiveram em destaque esta manhã na TSF.

A Polícia Judiciária está, esta quinta-feira, a fazer buscas na sede da Presidência do Conselho de Ministros (PCM), confirmou a TSF. Em causa estão suspeitas de crimes de corrupção ativa e passiva, participação económica em negócio e falsificação de documento.

Várias jogadoras da equipa de futebol feminino do Rio Ave acusam o antigo treinador de as ter assediado com mensagens íntimas, naquela que é a primeira denúncia de um caso de assédio sexual no futebol português.

O caso foi conhecido esta manhã e o Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol já anunciou que vai abrir um processo disciplinar.

Ouvido pela TSF, o presidente da Associação Nacional de Treinadores, José Pereira, diz-se surpreendido com as denúncias, mas pede uma investigação exaustiva e punição "severa" caso as suspeitas de assédio sejam provadas.

O Rio Ave reconheceu terem existido "comentários circunstanciais" de futebolistas da sua equipa feminina sobre "abordagens despropositadas" do treinador Miguel Afonso, mas garante que o assunto,não teve seguimento a pedido das próprias.

O Kremlin anunciou que as quatro regiões da Ucrânia que realizaram referendos sobre a adesão à Rússia - de Donetsk, Lugansk, Zaporijia e Kherson - serão incorporadas no país na sexta-feira.

À TSF, a investigadora no centro de estudos internacionais do ISCTE Ana Isabel Xavier, nota que Vladimir Putin poderá alargar para estas regiões as mesmas leis que vigoram na Rússia, nomeadamente a lei marcial, podendo mobilizar de imediato todos os cidadãos elegíveis para combater nestes territórios.

A Província Portuguesa da Sociedade Salesiana disse esta manhã ter sido "com profunda tristeza e perplexidade" que teve conhecimento das notícias acerca de suspeitas de abusos sexuais de menores envolvendo o bispo Ximenes Belo, antigo administrador apostólico de Díli, Timor-Leste.

A rainha Margarida da Dinamarca decidiu retirar os títulos reais a quatro dos seus oito netos.

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