DGS confirma redução do período de isolamento Covid para cinco dias

Autoridades de saúde recomendam "fortemente" a utilização de máscara nos cinco dias seguintes ao final do isolamento.

A Direção-Geral da Saúde confirmou, esta quinta-feira, a redução de sete para cinco dias do período de isolamento de casos Covid-19 assintomáticos ou com doença ligeira.

"O tempo mínimo de isolamento é reduzido de sete para cinco dias no caso de pessoas com infeção assintomática ou doença ligeira, desde que a pessoa, quando doente, já não tenha febre e esteja melhor dos seus sintomas", lê-se na documentação das autoridades de saúde que atualiza a norma 004/2020.

No mesmo comunicado, a DGS recomenda ainda "fortemente" que a máscara seja utilizada "durante mais cinco dias após o isolamento", uma vez que se mantém o perigo de transmissão do vírus, ainda que com infecciosidade mais baixa.

Para os doentes internados ou residentes em Estrutura Residencial Para Pessoas Idosas (ERPI), mesmo que assintomáticos ou com doença ligeira, mantém-se o período de isolamento de sete dias.

O Governo já tinha anunciado, na última quinta-feira, que a DGS comunicara à ministra da Saúde a intenção de passar o período de isolamento de sete para cinco dias, algo que agora se confirma.

Apesar desta redução do período de isolamento, a DGS recomenda a quem trabalhe em ERPI ou seja prestador de cuidados de saúde que evite essas mesmas atividades durante os dois dias seguintes.

Já os doentes internados ou em ERPI, ainda que assintomáticos ou com doença ligeira, devem cumprir mais dois dias de isolamento, ou seja, um total de sete.

Para os doentes Covid-19 com doença moderada o período mínimo de isolamento é de dez dias.

No caso de doentes graves, o período mínimo é de 20 dias ou de dez, mediante "apresentação de um Teste Rápido de Antigénio (TRAg) de uso profissional negativo".

O fim do isolamento para pessoas imunossuprimidas é "decidido caso-a-caso pelo médico assistente".

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