E se a vacina coloca em causa os direitos universais das crianças?

Um grupo de médicos, enfermeiros e farmacêuticos apresenta argumentos contra a pressa de vacinar os mais jovens.

Um conjunto de quase três dezenas de médicos e outros profissionais de saúde pede que não haja pressa em vacinar os mais novos. O problema principal está no surgimento de problemas cardíacos em alguns dos jovens vacinados.

LEIA AQUI CARTA ASSINADA PELOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE

A cardiologista Teresa Gomes Mota, uma das relatoras desta carta, explicou à TSF que os estudos preliminares apontam para o surgimento de pericardite e miocardite, que na maioria das situações até evoluiu de forma benigna, mas que obrigaram a internamento.

"Ou seja, a vacina não é inócua", diz esta médica, que acrescenta que, entre as vantagens e os riscos da vacina, está mais preocupada com os riscos.

Teresa Gomes Mota sublinha ainda uma potencial violação dos direitos das crianças, explicando que se a vacina não traz vantagem à saúde da criança, mas destina-se a proteger os mais velhos, é sujeitar as crianças a um risco desnecessário, e, portanto, uma violação do superior interesse da criança.

A carta foi enviada a todas as autoridades políticas nacionais e regionais, e às autoridades de saúde, incluindo a Direção-Geral da Saúde e a Autoridade do Medicamento.

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