Escola Vergílio Ferreira encerrada em protesto por falta de funcionários

Trabalhadores de escolas de todo o agrupamento manifestaram-se à porta da E.S. Vergílio Ferreira, em Lisboa.

Cerca de trinta trabalhadores concentraram-se, a partir das 8h00 desta manhã, frente à Escola Secundária Vergílio Ferreira, em Lisboa, num protesto contra a falta de pessoal nas dez escolas do agrupamento.

A escola sede tem apenas 20 funcionários para 1.200 alunos e o problema verifica-se também nas outras sete escolas básicas e dois jardins-de-infância do agrupamento.

Em declarações à TSF, Luís Esteves, do Sindicato dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais do Sul e Regiões Autónomas, traçou o retrato de um dia a dia cheio de dificuldades para os assistentes operacionais deste agrupamento.

"Na hora do almoço, não há ninguém na portaria; há um conjunto de trabalhadores que fazem metade do horário nesta escola e completam o horário nas outras escolas do agrupamento, deixando esta escola desprovida de funcionários - há um bloco que fica sem nenhum funcionário a partir das 16h00", relatou.

"Estamos numa situação de falta de segurança da própria escola e de falta de cuidado para com as crianças e jovens", declarou Luís Esteves, que defende que o ideal seria reforçar a escola com pelo menos mais dez trabalhadores.

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