Escolas abrem para filhos de trabalhadores de serviços essenciais

Profissionais de inúmeros setores podem ser convocados para o trabalho e escolas têm de encontrar uma solução para os filhos.

Os agrupamentos de escolas vão ter de garantir, enquanto estiverem com as aulas suspensas, até 9 de abril, uma escola que possa acolher os filhos ou outros dependentes não apenas dos profissionais de saúde, mas também de vários outros profissionais considerados fundamentais na luta contra o novo coronavírus.

Entre eles estão os profissionais das forças e serviços de segurança e de socorro, incluindo os bombeiros voluntários, e das forças armadas, os trabalhadores dos serviços públicos essenciais, de gestão e manutenção de infraestruturas essenciais, bem como outros serviços considerados essenciais.

A previsão está escrita no decreto-lei publicado esta noite que representa um enorme pacote de medidas do Governo para no fundo organizar o país neste momento de exceção que durará quase um mês mas que o próprio decreto diz que pode ser alargado se se vier a justificar.

No fundo as escolas terão de encontrar capacidade de receber os filhos ou outros dependentes de quem trabalha em áreas cuja mobilização para o serviço ou prontidão impeça que apoiem os respetivos dependentes que precisam de acompanhamento com a suspensão do ano letivo.

A mobilização dos trabalhadores em causa é feita pela entidade empregadora ou pela autoridade pública.

Já esta sexta-feira o Sindicato dos Enfermeiros Portugueses tinha explicado à TSF que muitos enfermeiros, fundamentais ao serviço nesta altura, não sabiam como poderiam continuar a trabalhar com o encerramento das escolas dos filhos a partir de segunda-feira.

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