Estado-Maior-General das Forças Armadas volta a ser alvo de um ciberataque

Pela segunda vez em menos de um mês a segurança da Defesa Nacional foi comprometida. Suspeita-se que piratas informáticos tenham tido acesso a mais documentos.

O sistema informático do Estado-Maior-General das Forças Armadas (EMGFA) voltou a ser alvo de um ciberataque. O gabinete da Ministra da Defesa Nacional, Helena Carreiras, já reportou o sucedido ao Ministério Público, confirmou a TSF.

Citando fontes próximas do caso, o mesmo jornal escreve que o ataque foi "grave" e que "pode ter havido exfiltração de documentos e relatórios", embora seja prematuro apurar exatamente quais os reais danos.

Já no dia 8 de setembro o EMGFA foi alvo de um ciberataque "sem precedentes" no qual terão sido retirados centenas de documentos secretos e confidenciais enviados pela NATO a Portugal e alguns deles colocados à venda na darkweb.

O caso foi também denunciado pelo DN, não tendo o Ministério Público sido avisado de imediato. Já o primeiro-ministro António Costa, só soube do ataque porque foi informado pelos serviços secretos dos Estados Unidos.

Em causa, estão documentos secretos e confidenciais da aliança atlântica desviados depois de um ciberataque que se prolongou no tempo e foi efetuado de forma faseada.

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