Foz Côa: "Inscrições" sobre gravuras custam 125 mil euros a ciclistas

Ministério Público acusa dois arguidos pelo crime de dano qualificado nas gravuras rupestres de Foz Côa.

O Ministério Público deduziu acusação contra dois indivíduos que fizeram várias inscrições numa rocha do Parque Arqueológico do Vale do Côa classificado como Património Mundial pela UNESCO.

O caso aconteceu durante um passeio de BTT quando, segundo o Ministério Público da Guarda, os dois acusados se dirigiram a uma das rochas do Núcleo de Arte Rupestre da Ribeira de Piscos e fizeram várias inscrições numa rocha com "gravuras de valor imensurável".

Os arguidos estão agora acusados da prática do crime de dano qualificado.

Em comunicado, o Ministério Público diz que o crime em causa é punível com pena de prisão de dois a oito anos, tendo sido também feito, em representação do Estado, um pedido de indemnização cível.

Se o julgamento confirmar as pretensões do Ministério Público, os acusados terão de pagar 125 mil euros pela reparação das rochas e pela perda de receitas causada pelos estragos.

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