Gabinete de apoio a Medina sabia do envio dos dados, Portugal nos 'oitavos' e Lisboa a contagiar Sul e Centro

Auditoria interna a que a TSF teve acesso conclui que os procedimentos foram alterados em 2018 pelo Gabinete de Apoio ao Presidente. Câmara Municipal de Lisboa enviou dados pessoais várias vezes para representações da Rússia, Arábia Saudita, Irão, Israel, Turquia, entre outras.

"O procedimento passou a ter uma nuance." É desta forma que a auditoria preliminar aos processos de comunicação prévia para a realização de manifestações no município de Lisboa demonstra que o gabinete de apoio a Fernando Medina sabia, desde 2018, que dados pessoais eram enviados para embaixadas. De acordo com o documento a que a TSF teve acesso, fica claro que os procedimentos mudaram em "meados de 2018".

Houve intensidade, houve penáltis, houve golos e, acima de tudo, houve cálculos até ao final do jogo entre campeões europeus e campeões do mundo, mas Portugal está mesmo nos oitavos de final do Euro 2020. Cristiano Ronaldo - agora no topo da lista dos melhores marcadores de seleções, a par de Ali Daei - marcou por duas vezes, de grande penalidade. Benzema, do outro lado, também bisou.

O escalar da pandemia em Lisboa e Vale do Tejo já começou a propagar-se ao Centro, ao Alentejo e, sobretudo, ao Algarve. Pelos cálculos da TSF, a média diária de casos dos últimos 14 dias chegou ontem, quarta-feira, no Algarve.

Já o Porto arrisca-se a juntar-se em breve à lista de concelhos em situação de alerta por causa do agravamento da pandemia. Nos números que têm sido recolhidos pela Direção-Geral da Saúde (DGS), a TSF apurou que a maior cidade do Norte do país ultrapassou no início da semana a barreira dos 120 novos casos, nos últimos 14 dias, por 100 mil habitantes.

Durante 16 anos, o padre Kwiriwi Fonseca viveu no meio da guerra. Agora, o atual porta-voz da diocese de Pemba recorda que cresceu durante a guerra civil em Moçambique, justificando assim, o facto de não ter medo perante a ameaça terrorista contra a capital de Cabo Delgado.

O grupo parlamentar do PS apresentou um projeto de lei para acabar com as dúvidas e clarificar o polémico artigo 6.º da Carta Portuguesa de Direitos Humanos na Era Digital.

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