GNR abre processo de averiguação após agressão a repórter no Moreirense-FC Porto

Repórter de imagem da TVI foi agredido depois de jogo de futebol, apesar da presença de militares da GNR no local.

A Guarda Nacional Republicana (GNR) abriu um processo de averiguações à atuação dos militares destacados para o jogo da última segunda-feira entre o Moreirense e o FC Porto, após a agressão a um repórter de imagem da TVI.

O profissional da estação televisiva foi agredido no local, após o jogo, por Pedro Pinho, um agente de jogadores de futebol próximo do FC Porto, apesar da presença de militares da GNR.

No comunicado enviado à TSF, a GNR afirma que os guardas no local responderam ao pedido de auxílio do repórter de imagem, tendo "identificado os intervenientes na situação e os factos sido remetidos para o Tribunal Judicial de Guimarães".

Ainda assim, "atendendo às várias dúvidas levantadas no espaço público, colocando em causa a atuação da Guarda, e no sentido de promover, com total transparência e rigor, o cabal esclarecimento das circunstâncias inerentes à atuação dos militares", a GNR informa que determinou "a abertura de um processo de inquérito a correr pela Inspeção da Guarda".

Além da TVI, várias entidades, como a Federação Portuguesa de Futebol (FPF), a Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP), o Sindicato dos Jornalistas (SJ), a Associação dos Jornalistas de Desporto (CNID), a Associação Nacional de Agentes de Futebol (ANAF) e a Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol (APAF), juntamente com os clubes Sporting e Benfica, vieram repudiar publicamente a agressão.

Também o Ministério Público já anunciou a abertura de um inquérito ao caso.

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