GNR encerra café em Viana do Castelo com 150 pessoas no interior

Comando Territorial da GNR de Viana do Castelo adiantou que a operação foi desencadeada na sequência de "uma denúncia de ruído no referido estabelecimento".

A GNR encerrou um café em Santa Leocádia de Geraz do Lima, em Viana do Castelo, com cerca de 150 pessoas no interior, em desrespeito pelas medidas de prevenção da pandemia de Covid-19, informou esta segunda-feira aquela força policial.

Em comunicado enviado às redações, o Comando Territorial da GNR de Viana do Castelo, adiantou que a operação foi desencadeada na sequência de "uma denúncia de ruído no referido estabelecimento".

No local, os militares da GNR verificaram que se encontravam cerca de 150 pessoas no interior do café, que "funcionava fora do horário permitido, e onde estava também a decorrer uma festa com a utilização de um espaço de dança não licenciado, em pleno desrespeito pelas medidas vigentes no âmbito da pandemia Covid-19".

Segundo a GNR, "todos os intervenientes foram identificados para se proceder à elaboração dos respetivos autos de contraordenação.

Aos responsáveis do café "pela falta de observância do dever de verificação do certificado digital ou teste Covid-19, e aos 137 clientes por falta de observância do dever de apresentação e detenção de certificado digital da União Europeia (EU) nas modalidades de comprovativo de teste ou de recuperação ou de realização laboratorial de teste com resultado negativo".

A ação, que contou com a presença de 32 militares da GNR, teve o reforço dos destacamentos territoriais de Arcos de Valdevez e Valença e do destacamento de intervenção de Viana do Castelo.

A Covid-19 provocou pelo menos 5.304.397 mortes em todo o mundo, entre mais de 269 milhões de infeções pelo coronavírus registadas desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

Em Portugal, desde março de 2020, morreram 18.673 pessoas e foram contabilizados 1.196.602 casos de infeção, segundo dados da Direção-Geral da Saúde.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e atualmente com variantes identificadas em vários países.

Uma nova variante, a Ómicron, classificada como "preocupante" pela Organização Mundial da Saúde (OMS), foi detetada na África Austral, mas desde que as autoridades sanitárias sul-africanas deram o alerta, a 24 de novembro, foram notificadas infeções em pelo menos 57 países de todos os continentes, incluindo Portugal.

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