Governo rejeita fixar preços na energia, a "desorientação" na Educação e outros destaques TSF

PCP e Bloco de Esquera propõem combater a subida dos preços no setor energética com a fixação de tetos máximos. O sercetário de Estado João Galamba recusa a proposta e afirma que Portugal não seguirá o exemplo de Espanha nesta matéria.

O secretário de Estado da Energia garante que o Governo não vai tomar medidas que enganem os consumidores, recusa seguir o exemplo de Espanha e rejeita a fixação de preços no setor energético proposta pelo Partido Comunista Português (PCP) e pelo Bloco de Esquerda (BE). Esta sexta-feira, no Fórum TSF, João Galamba, secretário de Estado Adjunto e da Energia, afirmou que o Governo português está empenhado em "fazer uma política séria".

Professor, matemático e estatístico, o antigo ministro Nuno Crato está desencantado com a política de Educação. Em entrevista à TSF e ao DN, considera que há uma "desorientação" em relação à escola. Lamenta que os computadores prometidos só agora estejam a chegar aos alunos. E reforça a necessidade de "despartidarizar" o setor do ensino.

O Governo vai tornar automática a atribuição do abono de família. É uma das medidas para modernizar a administração pública no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência. Para receber o abono de família automático, o cidadão vai ter de autorizar a partilha de dados entre as finanças e a segurança social. A ministra da Modernização do Estado e da Administração Pública, Alexandra Leitão, explica à TSF como vai funcionar o processo.

Escreveu discursos para Vladimir Putin, em duas fases diferentes do longo reinado político do atual presidente. É comentador sobre a política interna russa nos principais jornais diários de Moscovo. Cientista político, foi vice-chefe da administração Rustem Khamitov na república russa do Bascortostão, a antiga Baquíria, entre o Volga e os Urais. Hoje consultor político independente, Abbas Gallyamov conversa com a TSF no primeiro de três dias de eleição para o parlamento russo, a Duma.

Quando Graça Carvalho estava a tirar o doutoramento, na sua turma os alunos eram de origens e de continentes distintos. "Era essa a riqueza daquela universidade: termos palestinianos, egípcios, nigerianos, norte-americanos, portugueses, gregos..." Cabeças que pensavam e desenvolviam em conjunto são a metáfora de que a antiga ministra da Ciência e Ensino Superior se socorre para explicar o resultado que a Europa pode atingir se tornar a maior fraqueza - o impasse das migrações - numa "enorme força". No gabinete onde trabalha hoje em Estrasburgo, no Parlamento Europeu, a eurodeputada do PSD conta à TSF as expectativas que tem para os próximos anos, desejando que a UE, mas também Portugal, se possam tornar mais jovens, inovadores e diversos. Para isso, defende, serão necessárias lideranças fortes.

Numa caverna em Marrocos, cientistas descobriram provas de que o Homem usa roupas desde há pelo menos 120 mil anos. Foram encontrados ossos de animais e utensílios que sugerem a produção de vestuário mais de uma centena de milhares de anos.

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