Guimarães com espaço para acolhimento dos sem-abrigo

A medida prense-se com a propagação do novo coronvírus no país.

O concelho de Guimarães dispõe de um espaço de alojamento para pessoas sem-abrigo, no âmbito das medidas de combate à propagação da Covid-19, anunciou esta terça-feira o município.

Em comunicado, o município acrescenta que o espaço funciona no edifício da Cooperativa de Educação e Reabilitação de Cidadãos com Incapacidades de Guimarães (CERCIGUI).

Há agora espaços para dormitório, refeições, lazer e higiene pessoal, com balneários masculinos e femininos.

O funcionamento do espaço é articulado com técnicos da Ação Social e Proteção Civil do Município de Guimarães e o apoio da Cruz Vermelha de Guimarães na área do voluntariado, englobando ainda a associação Sol do Ave.

Citado no comunicado, o presidente da Câmara de Guimarães, Domingos Bragança, sublinhou a "estreita cooperação" com as instituições do concelho no desenvolvimento das várias ações e iniciativas no combate à propagação da Covid-19.

"Todos contam e ninguém fica de fora. Estamos a desenvolver um trabalho rigoroso e extenso, sobretudo na área social, a fim de garantirmos múltiplas respostas para as situações de crise que temos de encontrar solução", referiu o autarca.

Domingos Bragança enfatizou o alojamento para os sem-abrigo, para "garantir a retaguarda necessária a cidadãos que não têm onde ficar", evitando assim que estejam na rua.

Nos casos referenciados, todas as pessoas efetuam o rastreio da Covid-19, depois de devidamente sinalizados, com o apoio de técnicos da ação social e delegados de saúde.

A par deste alojamento, o município destaca ainda a criação de uma rede de apoio aos idosos e pessoas mais vulneráveis, apoio de psicólogos e rede de voluntários.

Está ainda a ser ultimado o espaço de alojamento "com as condições exigidas" para o isolamento social, a denominada quarentena.

Este espaço será utilizado pelos cidadãos que não têm possibilidade de o fazer em condições apropriadas nas suas habitações ou por aqueles que, por motivos económicos, vivem em condições de carência.

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