Infetados apanhados na rua, casos que estão a escapar e outros destaques da TSF

O primeiro dia do novo confinamento é feito de números que vão da pandemia ao futebol.

Duzentas e doze. É este o número de pessoas que foram detidas por, entre 19 de março de 2020 e 7 de janeiro deste ano, terem sido apanhadas a furar o confinamento obrigatório a que estavam sujeitas por estarem infetadas com Covid-19. O número foi revelado esta sexta-feira à TSF pelo ministério da Administração Interna.

Em Alvalade, houve velhos conhecidos a atrasar o líder da Liga. O Rio Ave foi esta sexta-feira a casa do Sporting arrancar um empate com três antigos jogadores dos leões em destaque: Geraldes, Carlos Mané e Dala construíram o golo que fechou o empate. Antes, Pote - o melhor marcador da Primeira Liga - já tinha feito o gosto ao pé.

Outro número: duas mil e quinhentas. São estas as infeções que, todos os dias, podem estar a escapar aos testes à Covid-19 realizados em Portugal. As contas são de Carlos Antunes, investigador da equipa da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa que trabalha nas previsões regularmente apresentadas nas reuniões do Infarmed, e que explicou à TSF que Portugal pode estar no limite da testagem.

O sinal fica dado: "Temos de nos habituar a viver com a Covid durante vários anos." Quem o deixa, na TSF, é o médico intensivista João Gouveia, que identifica "um problema de saturação" porque as pessoas "estão a negar uma realidade que é evidente". No fundo, é como viver com a gripe.

É tudo uma questão de hábito e a PSP concorda. Nas primeiras horas do novo confinamento, revelou o intendente Nuno Carocha à TSF, houve menos trânsito mas ainda estamos longe dos níveis de março e abril. E, além das estradas, a PSP vai andar atenta aos restaurantes com take-away nos próximos dias.

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