Instituto da Segurança Social garante que lar de Alhandra recebeu todo o apoio

Covid-19 já fez 21 vítimas mortais no lar da Associação do Hospital Civil e Misericórdia de Alhandra.

O presidente do Instituto da Segurança Social garante que foi dado todo o apoio ao lar da Associação do Hospital Civil e Misericórdia de Alhandra, em Vila Franca de Xira, onde a Covid-19 já fez 21 vítimas. Rui Fiolhais explicou que a Brigada de Intervenção Rápida chegou ao terreno 48 horas depois de ter sido ativada.

"No dia 5 de novembro foi confirmada, ao serviço da Segurança Social, a necessidade de recursos humanos por via das Brigadas de Intervenção Rápida. No dia 7 de novembro a brigada estava dentro da instituição. Portanto, num espaço de 48 horas, desde a confirmação da necessidade, a brigada entrou ao serviço", explicou à TSF Rui Fiolhais.

O presidente do Instituto da Segurança Social esclarece que as Brigadas de Intervenção Rápida dão respostas a situações de emergência de forma a garantir a manutenção de serviços e cuidados perante a ausência de funcionários devido a baixas ou quarentenas. Inicialmente a brigada tinha dez elementos, mas foi reduzida quando os funcionários regressaram ao trabalho, pelo que Rui Fiolhais estranha as declarações do provedor do lar de Alhandra à TSF.

"O acompanhamento que estamos a fazer do quotidiano permitiu identificar que houve algum regresso de funcionários e no dia 11 procedemos a uma prorrogação da presença da brigada com três elementos porque foram esses três, nomeadamente auxiliares de ação direta do turno da noite, que foram ajustados pela instituição. Essa prorrogação correspondeu, por um lado, à capacidade de resposta ao conjunto de surtos que estão a acontecer neste momento na região de Lisboa e, por outro lado, à situação que a instituição vivia nessa data", afirmou o presidente do Instituto da Segurança Social.

O presidente do Instituto da Segurança Social adianta que a brigada chegou quando tinha de chegar, tendo em conta o momento que estamos a viver.

"Nesta situação em concreto, o padrão de desempenho e de intervenção das brigadas de intervenção rápida não correspondem à ideia de que chegaram tarde. Chegaram na altura em que tinham de chegar face aos elementos que foram trazidos para a Segurança Social e também à capacidade de recrutamento no mercado de trabalho que, nestas circunstâncias, é particularmente difícil", acrescentou Rui Fiolhais.

Atualmente, em todos os 18 distritos do continente existem brigadas de ação rápida. Um total de 400 elementos que já tiveram de agir em 112 situações, como o surto de Covid-19 no lar da Associação do Hospital Civil e Misericórdia de Alhandra, em Vila Franca de Xira.

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